No link algumas fofocas. Mas dizem minhas fontes que não tem
lhufas a ver com fresh/salt water. O problema é que o Kocherlakota está pedindo
para o pessoal fazer o trabalhinho chato que é útil para as reuniões do FOMC
(projetar o PIB do 3º tri, a inflação do tumate, etc.), que os demais presidentes têm disponível. O Fed de Minnesota paga
parte do salário dos professores da Universidade (joint apointments).
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Pau em Minnesota
http://qz.com/150779/the- shakeup-at-the-minneapolis- fed-is-a-battle-for-the-soul- of-macroeconomics-again/
Reajuste dos Planos
E não faz sentido economico-jurídico nenhum. A mudança nas regras da poupança se deveram a quedas abruptas da inflação após os planos econômicos (naquela época era tudo remunerado pela inflação defasada), e não à malandragem. E ainda assim, os poupadores obtiveram ganhos reais expressivos.
Parem a marcha da insensatez!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
X is back
I was invited to come back to this blog. The authors offered me a good amount of cash in return (they have been losing audience since I left), but I refused.
Os esqueletos dos planos mirabolantes
Li na Veja que nesta semana e na próxima o STF estará julgando a constitucionalidade dos Planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II. Se julgá-los inconstitucionais, criar-se-á um passivo de R$ 150 bilhões, a serem pagos pelos bancos, sendo R$ 50 bilhões pela Caixa. Isso porque esses planos definiram reajustes para a poupança menores do que a inflação da época, impondo enormes perdas aos poupadores. A questão constitucional é se os bancos deveriam ou não seguir as determinações do governo. Se não seguissem, estariam sujeitos a multa e suspensão das atividades.
sábado, 23 de novembro de 2013
Faixas de ônibus e Haddad, parte 2
Meu post sobre as Faixas de ônibus rendeu bastante discussão, com apenas um comentário idiota de um mal educado.
Eu acho que os comentaristas, em sua maioria defensores da faixa, apresentaram bons argumentos. Deixe-me clarificar meu ponto.
Trabalhando mais duro na recessão
Nos EUA, a produção caiu 7% na grande recessão, mas as horas trabalhadas caíram mais: 10%. Ou seja, a produtividade aumentou. Mas de que forma? Mandando embora trabalhadores menos eficientes ou com aumento de produtividade dos trabalhadores que seguiram empregados?
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Laurêncio no FMI
Para quem esteve dormindo ou já morreu e não percebeu,
http://m.youtube.com/watch?v=KYpVzBbQIX0&feature=youtu.be&desktop_uri=%2Fwatch%3Fv%3DKYpVzBbQIX0%26feature%3Dyoutu.be
Algumas perguntas:
http://m.youtube.com/watch?v=KYpVzBbQIX0&feature=youtu.be&desktop_uri=%2Fwatch%3Fv%3DKYpVzBbQIX0%26feature%3Dyoutu.be
Algumas perguntas:
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Acadêmicos e policymakers
Recomendo a excelente entrevista de James Bullard, presidente do St. Louis Fed, à Society for Economic Dynamics. Tem a ver com um texto que postei aqui sobre o descompasso entre academia e bancos centrais, com relação ao uso de modelos cada vez mais complicados para entender efeitos macro de políticas econômicas.
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